sexta-feira, 27 de maio de 2011

Internet e realidade: uma relação estável?

A partir de uma personagem virtual chamada Maria Lúcia, um escritor chamado Lula Falcão publicou um livro baseado no que essa personagem fictícia pensava e publicava em um blog e no twitter. Foi um sucesso na rede, mesmo sendo Maria Lúcia uma mulher com uma vida desastrosa. Aí está uma reflexão: como a internet pode ser capaz de influenciar e muitas vezes direcionar a vida de milhares de pessoas?
É muito fácil ser seguidor de determinado twitter/blog e a partir daí conviver com determinadas idéias e sugestões.O virtual vai para as ruas tomando grandes proporções, uma vez que as pessoas passam a se identificar com os internautas que falam sobre seu dia-a-dia, sendo que na verdade eles nada mais fazem que expressar dificuldades e problemas que muitas vezes são omissos na convivência "real".
A vida de Maria Lúcia se resume a remédios e miojo, o que demonstra que as pessoas tem perdido o sentido real de suas existências, utilizando a internet como mecanismo de busca por suprir determinadas demandas que a sociedade concreta não lhes proporciona. E isso é cada vez mais disseminado, uma vez que as redes sociais tem se expandido com mais força e amplitude.
A personagem fictícia nada mais é do que uma personificação do avanço que as tencologias tem representado na atualidade. Ser organizada em um livro, com uma configuração semelhante ao que foi publicado na internet, evidencia que os livros cada vez mais estão se adaptando à maneira como a sociedade vem buscando as informações disponíveis nos veículos de comunicação.
"Minha infância estava num pen drive, a adolescência foi passada entre quatro paredes". Esses relatos de Maria Lúcia demonstram que na atualidade, cada vez menos, há uma interação de fato entre as pessoas, que não se comunicam como há 20 anos atrás, por exemplo. As relações humanas estão cada vez mais distantes, e o livro, assim como a internet, acaba por ser um instrumento em que a reflexão que anteriormente poderia ser realizada em discussões verbais e pessoalmente, acaba por ditar as normas de comportamento e de como lidar com a realidade.
A relação entre internet e livro é complexa e muitas vezes ambígua, uma vez que os internautas, na maioria das vezes, se utilizam da internet como fonte de conhecimento e abdicam dos livros, acreditando que esse não é mais necessário. Mas não há como abrir mão desse instrumento milenar, uma vez que ao utilizá-lo,o leitor entra em um mundo totalmente seu e individual, pois a leitura permite uma "viagem" que muitas vezes não é possível via internet. Essa "viagem" configura-se como um momento em que desliga-se da realidade e concentra-se em determinado assunto que trará novos conhecimentos e aprendizado. E isso não é possível quando o internauta realiza uma leitura, pois fato é que ao ler um material publicado na internet, provavelmente esse leitor está fazendo uma série de outras atividades, que não lhe permite ter uma absorção do conteúdo de maneira plena.
Maria Lúcia, por fim, é triste e frustrada, e sua vida não é um belo exemplo de pessoa feliz. Talvez ela tenha feito tanto sucesso justamente pelo fato de que as pessoas, na atualidade, não são felizes, e poder ter um exemplo virtual disso traz um alívio de não enxergar-se enquanto sozinho no mundo. A internet traz esse conforto, uma vez que esse mecanismo permite que os desiguias se busquem e se encontrem, e todos passam a fazer parte da sociedade, mesmo que seja só na virtual.

Informações de Saúde do Município de Cianorte -Fonte Data SUS

continuação da atividade








sexta-feira, 20 de maio de 2011

Informações de Saúde do Município de Cainorte -Fonte Data SUS




Saneamento - Município:Cianorte/PR

Proporção de Moradores por Tipo de Abastecimento de Água
Abastecimento Água
1991                                       2000
Rede geral                               76.9                                        85.4  
Poço ou nascente
(na propriedade)                      22.6                                        12.4 
Outra forma                             0.5                                           2.2  
Fonte: IBGE/Censos

Proporção de Moradores por tipo de Instalação Sanitária

Instalação Sanitária                  1991                                       2000
Rede geral de esgoto
ou pluvial                                 4.3                                          13.1 
Fossa séptica                           1.1                                          4.0 
Fossa rudimendar                    93.4                                        80.9 
Vala                                        0.1                                          1.0 
Rio, lago ou mar                       -                                              - 
Outro escoadouro                    -                                            0.2 
Não sabe o tipo de
 escoadouro                              -                                              - 
Não tem instalação sanitária     1.1                                          0.8 
Fonte: IBGE/Censos

Proporção de Moradores por Tipo de Destino de Lixo

Coleta de Lixo                         1991                                       2000
Coletado                                 71.4                                        86.0 
.. por serviço de limpeza          71.4                                        85.4 
.. por caçamba de
serviço de limpeza                     -                                            0.7 
Queimado (na propriedade)     14.4                                        9.9 
Enterrado (na propriedade)      4.1                                          2.6 
Jogado 7.5 1.2 
.. em terreno baldio
ou logradouro                          7.5                                          1.2 
.. em rio, lago ou mar   -                                                - 
Outro destino                          2.5                                          0.3 

Fonte: IBGE/Censos  1991   2000 


Rede Ambulatorial


Número e Proporção de Unidades por Tipo de Unidade
Jul/2003

Tipo de Unidade
Unidades
%
Posto de Saúde
-
-
Centro de Saúde
8
17.8
Policlínica
1
2.2
Ambulatório de Unidade Hospitalar Geral
2
4.4
Ambulatório de Unidade Hospitalar Especializada
-
-
Unidade Mista
1
2.2
Pronto Socorro Geral
-
-
Pronto Socorro Especializado
4
8.9
Consultório
20
44.4
Unidade Móvel Fluvial/Marítima
-
-
Clínica Especializada
2
4.4
Centro/Núcleo de Atenção Psicossocial
-
-
Centro/Núcleo de Reabilitação
-
-
Outros Serviços Auxiliares de Diagnose e Terapia
3
6.7
Unid. Móvel Terrestre p/Atend. Médico/Odontológico
-
-
Unid.Móvel Terr.Prog.Enfrent.às Emergênc.e Traumas
-
-
Farmácia para Dispensação de Medicamentos
1
2.2
Unidade de Saúde da Família
3
6.7
Centro Alta Complexidade em Oncologia III
-
-
Centro Alta Complexidade em Oncologia II
-
-
Unidades de Vigilância Sanitária
-
-
Unidades não Especificadas
-
-
Outros códigos
-
-
Total
45
100.0
Fonte: SIA/SUS






Número e Proporção de Unidades por Tipo de Prestador
Jul/2003

Tipo de Prestador
Unidades
%
Público Federal
1
2.2
Público Estadual
2
4.4
Público Municipal
14
31.1
Privado com fins lucrativos
18
40.0
Privado optante pelo SIMPLES
8
17.8
Privado sem fins lucrativos
-
-
Filantrópico com CNAS válido
1
2.2
Sindicatos
1
2.2
Universitários Públicos
-
-
Universitários Privados
-
-
Não Identificados
-
-
Total
45
100.0
Fonte: SIA/SUS


Consultórios Médicos e Equipos Odontológicos
Jul/2003

Instalação
Número
         Nº por 10.000 hab.
Consultórios
51
8.5
Equipo Odontontol.
13
2.2
Fonte: SIA/SUS


Rede Hospitalar

Número de Hospitais e Leitos por Especialidade e Natureza do Prestador
Jul/2003

Natureza
Hospitais
Leitos
Leitos UTI
Total
Cirúrgicos
Obstétric.
Clín.Médic
Crôn/FPT
Psiquiatr.
Tisiologia
Pediatria
Reabilitaç
Hosp/dia
Públicos
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

-Federal
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

-Estadual
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

-Municipal
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

Privados
3
126
27
26
38
2
-
-
33
-
-
6

-Contratados
2
95
20
20
24
2
-
-
29
-
-
6

-Filantrópicos
1
31
7
6
14
-
-
-
4
-
-
-

-Sindicato
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

Universitários
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

-Ensino
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

-Pesquisa
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

-Privados
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

Total
3
126
27
26
38
2
-
-
33
-
-
6

Fonte: SIH/SUS


Leitos por 1.000 habitantes (Jul/2003)
2.1
Fonte: SIH/SUS



Assistência Ambulatorial

Quantidade, valor e valor médio dos procedimentos ambulatoriais
2005


Qtd. Aprovada
Valor Aprovado
Qtd.Apresentada
Valor Apresentado
Categoria de procedimentos
%
R$
%
%
R$
%
Procedimentos de Atenção Básica
776.697
77669700.0
-
-
784.187
78418700.0
-
-
..01-Ações Enfermagem/Outros de Saúde Nível Médio
300.260
30026000.0
-
-
300.537
30053700.0
-
-
..02-Ações Médicas Básicas
128.092
12809200.0
-
-
128.723
12872300.0
-
-
..03-Ações Básicas Em Odontologia
268.481
26848100.0
-
-
274.825
27482500.0
-
-
..04-Ações Executadas P/Outros Prof.Nível Superior
73.407
7340700.0
-
-
73.639
7363900.0
-
-
..05-Procedimentos Básicos Em Vigilância Sanitária
6.457
645700.0
-
-
6.463
646300.0
-
-
Procedimentos Especializados
180.263
18026300.0
2.062.959,76
206295976.0
181.480
18148000.0
2.093.314,53
209331453.0
..07-Proced.Espec.Profis.Médicos,Out.NívelSup./Méd
63.642
6364200.0
489.471,85
48947185.0
63.701
6370100.0
490.175,51
49017551.0
..08-Cirurgias Ambulatoriais Especializadas
2.580
258000.0
731.078,49
73107849.0
2.581
258100.0
731.721,49
73172149.0
..09-Procedimentos Traumato-Ortopédicos
3.616
361600.0
109.419,41
10941941.0
4.455
445500.0
135.138,86
13513886.0
..10-Ações Especializadas Em Odontologia
-
-
-
-
-
-
-
-
..11-Patologia Clínica
51.521
5152100.0
155.530,65
15553065.0
51.597
5159700.0
155.766,10
15576610.0
..12-Anatomopatologia e Citopatologia
972
97200.0
20.285,64
2028564.0
979
97900.0
20.431,73
2043173.0
..13-Radiodiagnóstico
17.192
1719200.0
290.728,76
29072876.0
17.307
1730700.0
293.352,68
29335268.0
..14-Exames Ultra-Sonográficos
3.336
333600.0
48.653,52
4865352.0
3.336
333600.0
48.653,52
4865352.0
..17-Diagnose
8.818
881800.0
63.623,96
6362396.0
8.818
881800.0
63.623,96
6362396.0
..18-Fisioterapia (Por Sessão)
24.906
2490600.0
58.778,16
5877816.0
25.026
2502600.0
59.061,36
5906136.0
..19-Terapias Especializadas (Por Terapia)
5
500.0
140,00
14000.0
5
500.0
140,00
14000.0
..20-Instalação de Cateter
-
-
-
-
-
-
-
-
..21-Próteses e Órteses
3.675
367500.0
95.249,32
9524932.0
3.675
367500.0
95.249,32
9524932.0
..22-Anestesia
-
-
-
-
-
-
-
-
Procedimentos Assistenciais de Alta Complexidade
202.077
20207700.0
964.780,76
96478076.0
207.448
20744800.0
1.044.250,12
104425012.0
..26-Hemodinâmica
-
-
-
-
-
-
-
-
..27-Terapia Renal Substitutiva
521
52100.0
74.277,09
7427709.0
1.034
103400.0
145.602,56
14560256.0
..28-Radioterapia (Por Especificação)
-
-
-
-
-
-
-
-
..29-Quimioterapia - Custo Mensal
-
-
-
-
-
-
-
-
..30-Busca de Órgãos para transplante
-
-
-
-
-
-
-
-
..31-Ressonância Magnética
-
-
-
-
-
-
-
-
..32-Medicina Nuclear - In Vivo
-
-
-
-
-
-
-
-
..33-Radiologia Intervencionista
-
-
-
-
-
-
-
-
..35-Tomografia Computadorizada
481
48100.0
43.100,69
4310069.0
482
48200.0
43.237,10
4323710.0
..36-Medicamentos
169.365
16936500.0
474.893,58
47489358.0
174.070
17407000.0
480.773,06
48077306.0
..37-Hemoterapia
10.200
1020000.0
71.369,40
7136940.0
10.200
1020000.0
71.369,40
7136940.0
..38-Acompanhamento de Pacientes
21.510
2151000.0
301.140,00
30114000.0
21.662
2166200.0
303.268,00
30326800.0
..39-Atenção à Saúde
-
-
-
-
-
-
-
-
..40-Procedimentos Específicos para Reabilitação
1
100.0
1,00
100.0
1
100.0
1,00
100.0
Fonte: SIA/SUS

Valores Médios Anuais
2005
Nº de Procedimentos básicos por habitante:
12.5
Valor Procedimentos Especializados/habitante
33.2
Valor Procedimentos Alta Complexidade/habitante
15.53
Fonte: SIA/SUS



Casos de aids identificados no Paraná

Freqüência segundo Ano Diagnóstico
Município(Res): 410550 Cianorte
Período: 2010
Ano Diagnóstico Freqüência
TOTAL 7
2010 7


Assistência Hospitalar

Número de Internações, Valor Total, Valor Médio, Média de Permanência e Taxa de Mortalidade por Especialidade
(por local de internação)
2005
Especialidade
Internações
%
Valor R$
%
Valor Médio R$
Média de
Permanência
(dias)
Óbitos
Mortalidade
Hospitalar (%)
Clínica cirúrgica
1.418
27.2
817.684,48
34.3
576,65
3.1
26
1.8
Obstetrícia
881
16.9
321.458,57
13.5
364,88
1.7
-
-
Clínica Médica
2.025
38.8
978.417,88
41.0
483,17
4.0
194
9.6
Cuidados prolongados (Crônicos)
-
-
-
-
-
-
-
-
Psiquiatria
-
-
-
-
-
-
-
-
Tisiologia
-
-
-
-
-
-
-
-
Pediatria
892
17.1
267.623,52
11.2
300,03
3.1
3
0.3
Reabilitação
-
-
-
-
-
-
-
-
Psiquiatria - hospital dia
-
-
-
-
-
-
-
-
Total
5.216
100.0
2.385.184,45
100.0
457,28
3.2
223
4.3
Fonte: SIH/SUS


Morbidade Hospitalar

Distribuição Percentual das Internações por Grupo de Causas e Faixa Etária - CID10
(por local de residência) 2005

Grupo de Causas
Menor 1
1 a 4
5 a 9
10 a 14
15 a 19
20 a 49
50 a 64
60 e mais
Total
I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias
21.3
31.0
33.2
14.7
2.6
2.8
4.6
3.7
8.6
II. Neoplasias (tumores)
0.5
0.5
2.5
5.3
1.8
7.1
14.9
7.4
6.7
III. Doenças sangue órgãos hemat e transt imunitár
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
0.7
2.5
0.6
0.8
IV. Doenças endócrinas nutricionais e metabólicas
1.4
2.7
5.0
4.7
0.7
2.3
4.5
4.9
3.3
V. Transtornos mentais e comportamentais
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
4.4
1.7
0.4
1.9
VI. Doenças do sistema nervoso
1.4
1.0
1.3
2.7
0.4
2.6
2.7
3.1
2.3
VII. Doenças do olho e anexos
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
0.4
0.6
0.4
0.1
VIII.Doenças do ouvido e da apófise mastóide
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
0.3
0.5
0.4
0.1
IX. Doenças do aparelho circulatório
1.9
0.2
0.4
1.3
1.5
5.8
24.6
35.8
13.2
X. Doenças do aparelho respiratório
34.6
45.6
28.6
22.0
4.8
4.6
8.7
17.9
14.8
XI. Doenças do aparelho digestivo
10.0
6.3
4.6
4.7
5.9
7.7
14.5
9.3
8.6
XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo
0.5
0.2
0.4
4.7
1.5
1.5
1.3
1.3
1.2
XIII.Doenças sist osteomuscular e tec conjuntivo
0.5
0.7
2.1
2.0
3.3
2.4
3.2
1.1
2.0
XIV. Doenças do aparelho geniturinário
6.2
6.8
10.5
10.7
8.8
9.2
6.2
4.4
7.6
XV. Gravidez parto e puerpério
0.5
0.2
0.4
4.7
55.7
35.9
0.5
0.6
17.1
XVI. Algumas afec originadas no período perinatal
19.0
0.2
0.4
0.7
0.4
0.3
0.5
0.4
0.9
XVII.Malf cong deformid e anomalias cromossômicas
2.4
1.5
0.4
2.7
0.4
0.4
0.8
0.4
0.6
XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e laborat
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
0.9
2.1
3.8
1.4
XIX. Lesões enven e alg out conseq causas externas
0.9
2.9
11.3
19.3
12.5
9.8
7.3
6.0
8.2
XX. Causas externas de morbidade e mortalidade
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
0.3
0.5
0.4
-
XXI. Contatos com serviços de saúde
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
1.7
0.5
0.4
0.7
CID 10ª Revisão não disponível ou não preenchido
0.5
0.2
0.4
0.7
0.4
0.3
0.5
0.4
-
Total
100.0
100.0
100.0
100.0
100.0
100.0
100.0
100.0
100.0

Nascimentos
Informações sobre Nascimentos, 1994-2004
Condições
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Número de nascidos vivos
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Taxa Bruta de Natalidade
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
% com prematuridade
-
-
-
-
-
-
5.8
4.5
6.0
5.5
4.4
% de partos cesáreos
-
-
-
-
-
-
45.5
45.8
45.3
49.7
50.3
% de mães de 10-19 anos
-
-
-
-
-
-
20.4
20.4
17.7
16.3
16.4
% de mães de 10-14 anos
-
-
-
-
-
-
0.5
0.8
0.7
0.9
0.6
% com baixo peso ao nascer







  - geral
-
-
-
-
-
-
6.6
5.8
6.9
6.7
5.8
  - partos cesáreos
-
-
-
-
-
-
6.3
7.5
5.7
7.8
7.0
  - partos vaginais
-
-
-
-
-
-
6.9
4.4
7.8
5.6
4.5

 Casos de aids identificados no Paraná
Freqüência por Ano Diagnóstico
Município(Res): 410550 Cianorte
Período:2010
Ano DiagnósticoFreqüência
20107
Total7